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  • Ana Vogado

Conselho de Medicina libera uso da cloroquina no início dos sintomas da Covid-19


Conselho Federal de Medicina apresenta parecer sobre as situações permitidas de administração de Coloroquina e Hidroxicloroquina em pacientes com coronavírus O Conselho Federal de Medicina (CFM) apresentou, na quinta-feira (23/4), o Parecer n.º 4/2020, que estabelece os critérios e condições necessários para a administração de Cloroquina e Hidroxicloroquina em três situações de pacientes com diagnóstico confirmado de COVID-19. A primeira é no caso de paciente com sintomas leves, em início de quadro clínico, em que tenham sido descartadas outras viroses. A segunda é em pacientes com sintomas importantes, mas sem necessidade de cuidados intensivos, estando ou não internados. Nesses dois casos, a administração medicamentosa só ocorrerá após o consentimento do paciente ou familiares, a depender do caso, e com a obrigatoriedade de que seja relatado que não há, até o momento, nenhum trabalho que comprove o benefício da droga para o tratamento da COVID-19, bem como seja explicado seus possíveis efeitos colaterais. A terceira é em paciente crítico que esteja recebendo cuidados intensivos, incluindo ventilação mecânica. Nesse caso, em específico, a administração é guiada pelo bom senso do médico, pois o próprio CFM reconhece que em pacientes com lesão pulmonar grave estabelecida ”é difícil imaginar que [as duas substâncias] possam ter um efeito clinicamente importante”. Mesmo com a liberação de utilização desses fármacos, o parecer conclui que “não existem evidências robustas de alta qualidade que possibilitem a indicação de uma terapia farmacológica específica para a COVID-19”. Todavia, devido à excepcionalidade da atual situação, o documento estabelece também que, seguidos seus termos, não cometerá infração ética o médico que utilizar a Cloroquina ou Hidroxicloroquina em pacientes portadores da COVID-19.

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